InícioRevistaDesportoZOLAS: “O VERDADEIRO JOGO COMEÇA AGORA!”

ZOLAS: “O VERDADEIRO JOGO COMEÇA AGORA!”

O recém-eleito presidente da Liga Moçambicana de Basquetebol (LMB), Pascoal Isaías, ou simplesmente Zolas, foi empossado ontem para um mandato de quatro anos.

Zolas diz que já não é momento de se viver apenas da paixão dos protagonistas, “há que se conquistar patrocinadores, novos públicos e receitas”. Aliás, o novo presidente da LMB está consciente de que “o verdadeiro jogo começa agora!”

 Com um mandato que garante ser único, assume o compromisso de devolver o basquetebol ao centro das atenções dos moçambicanos e provar que, dentro e fora das quatro linhas, ainda há muito espaço para fazer diferente.

Para já, Zolas não avança datas para a realização da Liga Nacional de Basquetebol, geralmente disputada no segundo semestre.

“No ano passado decorreu lá para o fim do ano, vamos reunir com a Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB) a fim de perceber exactamente quais são as datas”, comentou, mostrando-se cauteloso quanto ao patrocinador da prova.

“Nós sabemos por conversas do corredor que a Mozal não vai patrocinar a Liga. Não temos nenhuma informação credível sobre isso. Também sabemos de conversas do corredor que a Sasol vai manter-se na Liga feminina. Fizemos um contacto preliminar com a Sasol, que estava à espera de sermos empossados para continuarmos a falar sobre a sua manutenção”, explicou.

“Iremos falar também com a Mozal, mas estamos a engajar um maior número de potenciais patrocinadores. Portanto, esperamos ter novos patrocinadores também, mesmo que os actuais se mantenham”.

Sobre o seu interesse pela presidência da Liga e os contributos que traz para a modalidade, o nosso entrevistado referiu gostar muito do desporto.

“Organizo torneios recreativos há mais de 20 anos. Torneios internacionais e com muita aderência.  No ano passado, tivemos 39 equipas de Moçambique e não só.

Viajo muito para assistir eventos desportivos, já assisti jogos olímpicos, mundiais de basquetebol, hóquei, assisto com frequência a Fórmula 1. Sempre acreditei que dentro da organização do basquetebol podia-se fazer um pouco mais do que apenas jogar basquetebol”.

Fonte: Jornaldesafio

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