Ontem ficámos a saber tudo o que vai chegar ao iOS 27, e… a coisa soube a pouco. Estranhamente a pouco. Eu estava numa press trip com mais jornalistas, e até se discutiu um bocadinho a coisa. A conclusão foi mais do que óbvia!
A WWDC 2026 chegou e acabou de uma forma mesmo muito fora do normal. Mas… No fim do dia, isto é algo que faz todo o sentido.

Portanto, se formos pensar bem na coisa, todas as fabricantes deviam fazer exatamente o mesmo. O iOS e, na realidade, dentro do ecossistema Apple nem é apenas o sistema operativo do iPhone a ter este problema, precisava urgentemente de otimização.
Ou seja, a Apple percebeu que precisava de se concentrar na performance e em matar “bugs”, muitos deles já bastante antigos e arrastados de versão em versão.
Caso não saibas, assim que acaba o evento, a Apple começa logo a disponibilizar as primeiras versões beta de cada sistema operativo. Por isso, já existem centenas, ou até milhares de pessoas, a testar aquilo que a Apple andou a cozinhar nos últimos meses.
As conclusões dos primeiros testes? A performance subiu de uma forma por vezes até absurda. No lado do Mac, há quem afirme que portáteis com o chip M1 voltaram a ganhar uma nova vida, mesmo aquelas versões mais simples que vêm com singelos 8GB de memória RAM. No iPhone também se comenta exatamente a mesma coisa, especialmente nos modelos mais antigos que já começavam a acusar o peso da idade.
Ou seja, parar de inventar mariquices de software para garantir que o sistema operativo corre que nem bem é sempre uma boa decisão. Aliás, não é por acaso que o velhinho iPhone 11 ainda é suportado nesta nova atualização.
O foco da Apple foi IA, porque está atrasada face às rivais. Mas, também se focou muito nas otimizações do software, e isso é de valor. Até porque isto é a identidade da Apple. O iPhone sempre foi o smartphone que funciona quase como por magia. É simples e cumpre objetivos.
Em suma, são estas atualizações que mantêm a magia viva.
Fonte: Zero Zero






