Resumo
A performance da seleção nacional no Mundial de 2026 desiludiu muitos, com críticas a Cristiano Ronaldo. Aos 41 anos, há debate sobre a sua titularidade constante. No entanto, a atenção excessiva a CR7 deve-se ao interesse mediático e à geração de cliques e receitas. As críticas ao jogador desviam o foco de análises mais profundas sobre o desempenho da equipa e alimentam a máquina de conteúdo online. Este fenómeno reflete a dinâmica atual da Internet e da sociedade, onde a atenção é direcionada para polémicas em vez de discussões construtivas.
E claro, como seria de esperar, o mundo virou-se contra Cristiano Ronaldo. De facto, nem foi apenas em Portugal, foi um pouco por todo o mundo. O capitão da seleção portuguesa continua a dar muito que falar e, como tal, é alvo para tudo. E aqui é preciso ter atenção. Pessoalmente, também concordo que o jogador de 41 anos não deveria ser titular em todos os jogos para depois também fazer os 90 minutos. A idade nunca perdeu para ninguém.
Mais concretamente, na minha opinião, ser convocado é ok. O resto é que não.
Mas, neste jogo, eu nem culpo o Ronaldo. Culpo a estratégia, culpo os outros jogadores que pouco ou nada fizeram, etc… O que levanta a questão: porquê tanto dedo apontado a CR7? Simples… dá cliques! E isso dá dinheiro.

Quantos artigos, vídeos ou imagens viste a dizer mal de Cristiano Ronaldo ao longo das últimas 24 ou 48 horas? Provavelmente um número impossível de contabilizar.
Isto porque o nome de CR7 continua a chamar a atenção. Dá audiências, dá cliques, dá o chamado “engajamento”. Por isso, assobia-se para o lado e, em vez de se discutir o que de facto não correu bem, aponta-se para o jogador.
Mais concretamente, as redes sociais e os motores de busca dão ainda mais importância ao assunto, porque os algoritmos sabem que o conteúdo vai ser consumido. É assim que a Internet funciona. De facto, é assim que o mundo moderno funciona. E tu… Bem… Vais quase sempre na onda.
Hoje em dia, já ninguém procura notícias. Elas chegam aos nossos aparelhos de forma quase automática. Não é por acaso.
Fonte: Zero Zero






