Resumo
A seleção inglesa destaca-se pela sua qualidade e continuidade competitiva, com jogadores como Jude Bellingham, Declan Rice e Harry Kane. Sob o comando de Thomas Tuchel, procuram conquistar o título mundial. Já a Croácia, liderada por Luka Modrić, mantém-se competitiva com uma nova geração promissora. Com Zlatko Dalić ao leme, apostam num modelo equilibrado. Por sua vez, o Panamá regressa ao Mundial com uma equipa coesa e disciplinada, liderada por Amir Murillo e Anibal Godoy. Sob orientação de Thomas Christiansen, apostam na solidez defensiva e eficiência nas transições, procurando consolidar o seu crescimento no futebol da CONCACAF.
Uma das seleções mais consistentes do futebol mundial na última década, marcada por campanhas históricas em Mundiais recentes. Apesar de uma geração em transição, o país continua a apresentar uma equipa altamente competitiva, baseada na inteligência tática, experiência e forte organização coletiva. Craques como Luka Modrić, ainda símbolo de liderança e qualidade, convivem com uma nova geração liderada por Joško Gvardiol e Josip Šutalo, que garantem renovação e solidez defensiva. No meio-campo, a Croácia mantém a sua principal força, com grande capacidade de controlo de jogo e posse de bola. Com as ideias cimentadas de Zlatko Dalić, que orienta os croatas desde 2017, num enraizado 4-2-3-1, continuando a apostar num modelo equilibrado, competitivo e extremamente resiliente. Embora já não esteja no auge da geração que alcançou o vice-campeonato mundial, na Rússia em 2018, a Croácia mantém qualidade suficiente para disputar a qualificação e procurar voltar a surpreender em fases eliminatórias.
Regressam ao Mundial com a ambição de consolidar o seu crescimento no futebol da CONCACAF, na segunda participação na competição, onde perderam todos os três jogos disputados em 2018. A seleção panamiana tem evoluído de forma consistente, apostando numa estrutura organizada, espírito competitivo e forte disciplina tática. A equipa baseia grande parte do seu sucesso na coesão coletiva e na capacidade de adaptação a diferentes contextos de jogo. Destacando Amir Murillo uma voz de comando na lateral direita defensiva, a dupla de médios Anibal Godoy e Adalberto Carrasquilla, oferecendo e acrescentando experiência e robustez física. Sob o comando de Thomas Christiansen, desde 2020, num dispositivo de 3-4-3 em posse que transita para um 5-4-1 defensivo, desenvolveu uma identidade pragmática, focada na solidez defensiva e na eficiência nas transições. Embora defronte evidentes adversários de maior qualidade técnica e experiência competitiva no grupo, acreditam que podem surpreender em fases especificas do jogo, incluindo as bolas paradas ofensivas.
Carlos Queirós é o timoneiro desde de abril deste ano e vai para o quinto Mundial consecutivo, depois de orientar Portugal (2010) e o Irão (2014, 2018 e 2022) orientando uma das seleções africanas com maior potencial, combinando tradição, talento individual e uma nova geração extremamente promissora que procura repetir (ou superar) campanhas memoráveis de Mundiais anteriores. O grupo destaca-se pela qualidade técnica e velocidade ofensiva, com Antoine Semenyo a assumir o papel de principal estrela e referência criativa da equipa, depois de uma época ao mais alto nível na Premier League, tendo na lateral oposta Mohammed Kudus, um extremo objetivo nas suas ações no último terço, com referências centrais dos avançados Iñaki Williams e Jordan Ayew, com a baliza na mira com. Jogadores como Thomas Partey e outros elementos experientes garantem equilíbrio e liderança no meio-campo. A equipa caracteriza-se pela intensidade, transições rápidas e capacidade de explorar o jogo físico, embora ainda apresente alguma inconsistência defensiva.
Fonte: TVI






