InícioNacionalPolíticaPR felicita homólogo do Egipto pela reeleição ao cargo

PR felicita homólogo do Egipto pela reeleição ao cargo

O Presidente da República, Filipe Nyusi, felicita o seu homólogo do Egipto, Abdel Fattah Al-Sisi, pela reeleição ao cargo, nas gerais realizadas de 10 a 12 de Dezembro corrente.

Na mensagem, o Chefe do Estado refere que foi com sentimento de alegria e orgulho que tomou conhecimento da escolha do povo egípcio durante as eleições gerais, colocando o seu voto de confiança para que Abdel Fattah Al-Sisi continue a liderar os destinos da grande e histórica nação egípcia pelos próximos seis anos.

“A vitória retumbante de Vossa Excelência nestas eleições é testemunho da confiança que o povo do Egipto deposita na vossa sábia e visionária liderança que reposicionou o Egipto como um país provedor de bem-estar e estabilidade para o seu povo”, lê-se na mensagem do Presidente da República.

Na mesma nota, o Chefe do Estado salienta que se mantém empenhado em trabalhar com o homólogo egípcio, no reforço das relações de amizade e cooperação entre os povos e dos dois países.

Abdel Fattah Al-Sisi venceu as presidenciais egípcias com 89,6% dos votos. Numas eleições praticamente sem oposição, esta vitória permitirá Abdel Fattah Al-Sisi ficar no poder até 2030. A autoridade eleitoral egípcia divulgou igualmente que a taxa de participação se fixou em 66,8%, uma subida face a 2018. Os egípcios puderam votar entre 10 e 12 de Dezembro, mas os resultados foram apenas tornados públicos esta segunda-feira.

O segundo candidato mais votado foi Hazem Omar, do Partido Popular Republicano, que obteve 4,5% dos votos. Em terceiro lugar, ficou Farid Zahran, do Partido Social Democrata Egípcio, seguido de Abdel-Sanad Yamama, do partido Wafd.

Apesar da vitória avassaladora, este foi o pior resultado de Abdel Fattah Al-Sisi desde que chegou ao poder em 2013 na sequência de um golpe de Estado. Nas presidenciais de 2014 e de 2018, o Presidente egípcio venceu com 97% dos votos. Para concorrer a este terceiro mandato, o Chefe de Estado teve de alterar a Constituição, uma vez que a antiga permitia apenas dois.

Fonte:O País

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