Resumo
Hoje, 09 de junho, assinala-se o Dia Internacional das Unidades de Informação Financeira, destacando a importância destas entidades na proteção dos sistemas financeiros contra a criminalidade. A Secretária Permanente do Ministério das Finanças, Albertina Fruquia, sublinhou no Seminário dedicado a esta data o papel crucial das Unidades de Informação Financeira na promoção da transparência e legalidade, num contexto global de crescente complexidade dos fluxos financeiros e sofisticação das organizações criminosas. A luta contra o branqueamento de capitais, financiamento do terrorismo e proliferação de armas de destruição em massa é vital para a defesa da soberania económica e segurança nacional, num esforço conjunto para preservar a estabilidade financeira e o desenvolvimento sustentável das nações.
Falando na abertura do Seminário alusivo ao Dia, a Secretária Permanente do Ministério das Finanças, Albertina Fruquia, disse que a data constitui uma oportunidade para reafirmarmos, perante a sociedade e a comunidade internacional, do papel determinante que as Unidades de Informação Financeira desempenham na promoção da transparência, da legalidade e da boa governação.
A criminalidade financeira constitui uma das maiores ameaças ao desenvolvimento sustentável das nações. Os recursos provenientes de actividades ilícitas corroem as bases da economia formal, enfraquecem as instituições, comprometem a confiança dos cidadãos e afectam directamente os esforços de desenvolvimento económico e social, Enfatizou a SP.
Segundo Albertina Fruquia, contexto global marcado pela crescente complexidade dos fluxos financeiros, pela digitalização da economia e pela sofisticação das organizações criminosas transnacionais, as Unidades de Informação Financeira assumem-se, cada vez mais, como actores centrais na arquitectura internacional de prevenção e combate ao branqueamento de capitais, ao financiamento do terrorismo e à proliferação de armas de destruição em massa.
Por esta razão, o fortalecimento dos mecanismos de prevenção, detecção e repressão dos crimes financeiros não constitui apenas uma exigência legal ou regulamentar, trata-se de um imperativo estratégico para a defesa da soberania económica, da estabilidade financeira e da segurança nacional.
Fonte: MEF
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