Resumo
O sismo de magnitude 7,8 em Mindanau, nas Filipinas, já provocou 47 mortos, 688 feridos e 31 desaparecidos. As operações de resgate continuam, com estruturas danificadas e mais de 2 mil réplicas. Cerca de 390 mil pessoas foram afetadas, com 18.614 casas danificadas e 39.293 deslocadas. Estima-se que as perdas em infraestruturas ultrapassem os 7,8 milhões de euros. As Filipinas, localizadas no Anel de Fogo do Pacífico, zona sísmica e vulcânica ativa, enfrentam uma das maiores catástrofes das últimas décadas, com danos em edifícios, estradas e redes de abastecimento. As autoridades mobilizaram efetivos para resgatar possíveis sobreviventes sob os escombros.
Um balanço divulgado pelas autoridades na quarta-feira dava conta de 46 mortos.
Este novo balanço, divulgado pelo Conselho Nacional para a Redução e Gestão do Risco de Catástrofes, indica ainda um total de 688 feridos e 31 desaparecidos.
As operações de resgate prosseguem em várias províncias do sul do arquipélago, onde dezenas de estruturas ficaram danificadas ou destruídas pelo sismo e pelas mais de duas mil réplicas que se seguiram.
As autoridades mantêm mobilizados efetivos da Defesa Civil, das forças armadas e voluntários para localizar possíveis sobreviventes sob os escombros.
O forte sismo, um dos mais intensos registados nas Filipinas nas últimas décadas, afetou cerca de 390 mil pessoas, de acordo com dados atualizados hoje pelo Departamento de Bem-Estar Social e Desenvolvimento do Governo.
O relatório eleva também para 18.614 o total de casas danificadas, das quais 3.330 ficaram completamente destruídas, e estima em 39.293 o número de pessoas deslocadas pela catástrofe, com danos e alcance ainda por ser quantificados.
O sismo também causou danos em edifícios públicos, estradas, pontes e redes de abastecimento de eletricidade e água potável em várias zonas de Mindanau, a segunda maior ilha do arquipélago.
De forma preliminar, o Governo estima que as perdas em infraestruturas ultrapassem nove milhões de dólares (7,8 milhões de euros).
As Filipinas situam-se no chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma das zonas com maior atividade sísmica e vulcânica do planeta, onde os terramotos são frequentes.
Fonte: TVI
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