O golo anulado à Noruega por falta dentro da área, na segunda parte do jogo frente à Inglaterra, antes de o pontapé de canto ser cobrado, está a dar que falar nas redes sociais, ainda que não exista qualquer espaço para debate no que toca à atuação do VAR.
<
p lang="pt">Agora foi a vez dos noruegueses terem um golo anulado 🥵#sporttvportugal #MUNDIALnaSPORTTV #MundialFIFA2026 #Noruega pic.twitter.com/T0Zmql6uNk
Ora, primeiro é necessário perceber o que está realmente em causa. Haaland empurrou o adversário dentro da área, quando a bola ainda não tinha sido rematada por Odegaard, e o lance deu em golo. Tudo começou por ser legal, até que o videoárbitro entrou em ação e chamou o juiz de campo para rever as imagens.
Clément Trupin deu falta a favor da Inglaterra e mandou repetir o pontapé de canto, sendo que esta decisão deixou muitos adeptos confusos. A verdade é que esta é uma das novas regras implementadas no Mundial 2026 e que serve para punir uma infração que aconteça antes mesmo da cobrança de uma bola parada.
A decisão anunciada pela Internacional Football Association Board (IFAB) em maio deste ano teve como ponto de partida um lance analisado pelo antigo árbitro Pierluigi Collina. Durante um particular entre Inglaterra e Uruguai, Collina considerou que Adam Wharton tinha feito um bloqueio a Giménez, que o impediu de disputar o lance, mas como aconteceu antes da bola estar em jogo, o VAR não teve como intervir.
Fonte: TVI





