InícioRevistaTecnologiaA Xiaomi não quer brincadeiras. Super bateria para a gama média!

A Xiaomi não quer brincadeiras. Super bateria para a gama média!

Redmi Note 17 Pro vai trazer uma bateria absurda de 9.000 mAh e uma garantia que deixa todos a tremer! Se andas atento aos meus artigos aqui na Leak sobre os segredos das fabricantes de smartphones e a guerra desenfreada pela autonomia, sabes perfeitamente que o calcanhar de Aquiles de qualquer telemóvel moderno é o desgaste da bateria.

Sim, o componente em si tem vindo a evoluir bastante. Mas, como a performance também sobe todos os anos, a realidade é que a utilização no dia-a-dia é basicamente a mesma. Os smartphones duram 1 dia, e pronto. É isso.

Mas, a Xiaomi quer mudar o paradigma, e que fazê-lo a partir daquele que é o seu maior sucesso. Estamos a falar do Redmi Note. Mais concretamente, vamos falar do Redmi Note 17 Pro. A marca chinesa não só enfiou uma capacidade que parece mentira dentro do aparelho, como avançou com uma jogada de pós-venda que nunca se viu no mercado.

Estamos a falar de uma bateria gigante de 9.000 mAh com uma garantia oficial de cinco anos. Sim, leste bem, escusas de fechar os olhos porque a Xiaomi está mesmo disposta a queimar dinheiro para provar que a sua nova tecnologia veio para ficar.

Para não entrarmos em preciosismos técnicos aborrecidos que ninguém quer ler, a grande magia aqui reside na mudança de materiais. Esquece o lítio tradicional! A Xiaomi equipou este Redmi com uma bateria de silício-carbono de última geração. Na prática, isto permite uma densidade energética brutal, o que significa que conseguem meter quase o dobro da capacidade de um smartphone normal sem transformar o telemóvel num autêntico tijolo pesado e grosso.

Entretanto, e para além disso, de forma a alimentar este monstro, o aparelho conta com carregamento rápido de 67W com fios e ainda oferece carregamento inverso de 22,5W. Ou seja, podes usar o teu Redmi como uma autêntica powerbank para safar os fones ou o telemóvel de um amigo.

Mas, nem só de garantia se faz um smartphone. Temos ainda uma garantia de cinco anos. A Xiaomi promete que, se a saúde da bateria cair abaixo dos 80% nos primeiros quatro anos, a substituição é totalmente gratuita. E a loucura não fica por aqui! Se no quinto ano o desempenho já não for satisfatório, eles oferecem um upgrade gratuito para uma célula com ainda mais capacidade (estima-se que adicionem 1.000 mAh extras). É uma demonstração de confiança absurda na durabilidade destes novos componentes.

Ter uma bateria que dura uma eternidade não serve de nada se o software começar a arrastar-se ao fim de dois anos, como acontece com tantos aparelhos no mundo Android.

A pensar exatamente nisso, a Xiaomi teve de meter as mãos na massa. Ou seja, otimizou o HyperOS para garantir que o smartphone aguenta esta jornada de cinco anos sem perder o fôlego. O sistema foi redesenhado com foco no desempenho a longo prazo, limpando de forma agressiva as aplicações em segundo plano que não interessam a ninguém e acelerando o tempo de inicialização.

Portanto, enquanto as marcas do costume continuam a vender telemóveis caríssimos com baterias modestas e caixas vazias, a Xiaomi chega ao mercado de 2026 disposta a baralhar as contas todas com um smartphone que te liberta da obsessão do carregador. Resta saber se esta aposta no silício-carbono vai forçar os rivais a descer do pedestal ou se vão continuar a ver o bolo ser comido pelos mesmos.

Tu por aí, arriscavas a comprar este novo Redmi para esquecer o carregador durante dias? Ou continuas a preferir dar o teu dinheiro às marcas habituais mesmo que a bateria dure metade do tempo?

 

Fonte: Zero Zero

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