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Cibersegurança: Hacking e Testes de Penetração

Resumo

· Durante muitos anos, a palavra hacking esteve associada apenas a atividades ilegais No entanto, no mundo da cibersegurança, o hacking também pode ser utilizado para proteger sistemas, identificar vulnerabilidades e reforçar a segurança de empresas e organizações O hacking consiste na exploração de sistemas informáticos, redes ou aplicações para identificar vulnerabilidades ou obter acesso aos mesmos Dependendo das intenções e da autorização existente, o hacking pode assumir diferentes formas Os chamados White Hat Hackers (hackers éticos) trabalham com autorização das organizações para encontrar falhas antes que estas sejam exploradas por criminosos Já os Black Hat Hackers utilizam essas vulnerabilidades para fins ilícitos, como roubo de dados, espionagem, fraude ou instalação de ransomware Existe ainda uma categoria intermédia, os Grey Hat Hackers, que podem descobrir vulnerabilidades sem autorização prévia, mas normalmente divulgam-nas posteriormente ao fabricante ou à organização afetada Os testes de penetração simulam um ataque real a uma infraestrutura informática O objetivo é avaliar até que ponto um atacante conseguiria comprometer sistemas, aplicações ou redes Durante um pentest, especialistas em segurança procuram explorar vulnerabilidades da mesma forma que um cibercriminoso faria, mas de forma totalmente controlada e autorizada No final, é produzido um relatório detalhado que identifica: podem encontrar os vários tipos de testes de penetração É comum confundir uma análise de vulnerabilidades com um teste de penetração Uma análise de vulnerabilidades identifica automaticamente potenciais falhas existentes nos sistemas Já um teste de penetração vai mais longe: tenta explorar essas vulnerabilidades para perceber se podem realmente ser utilizadas por um atacante e qual seria o impacto Na prática, um pentest fornece uma visão muito mais próxima de um ataque real Fonte: Pplware

Durante muitos anos, a palavra hacking esteve associada apenas a atividades ilegais. No entanto, no mundo da cibersegurança, o hacking também pode ser utilizado para proteger sistemas, identificar vulnerabilidades e reforçar a segurança de empresas e organizações.

O hacking consiste na exploração de sistemas informáticos, redes ou aplicações para identificar vulnerabilidades ou obter acesso aos mesmos. Dependendo das intenções e da autorização existente, o hacking pode assumir diferentes formas.

Os chamados White Hat Hackers (hackers éticos) trabalham com autorização das organizações para encontrar falhas antes que estas sejam exploradas por criminosos.

Já os Black Hat Hackers utilizam essas vulnerabilidades para fins ilícitos, como roubo de dados, espionagem, fraude ou instalação de ransomware.

Existe ainda uma categoria intermédia, os Grey Hat Hackers, que podem descobrir vulnerabilidades sem autorização prévia, mas normalmente divulgam-nas posteriormente ao fabricante ou à organização afetada.

Os testes de penetração simulam um ataque real a uma infraestrutura informática. O objetivo é avaliar até que ponto um atacante conseguiria comprometer sistemas, aplicações ou redes.

Durante um pentest, especialistas em segurança procuram explorar vulnerabilidades da mesma forma que um cibercriminoso faria, mas de forma totalmente controlada e autorizada.

No final, é produzido um relatório detalhado que identifica:

podem encontrar os vários tipos de testes de penetração.

É comum confundir uma análise de vulnerabilidades com um teste de penetração.

Uma análise de vulnerabilidades identifica automaticamente potenciais falhas existentes nos sistemas.

Já um teste de penetração vai mais longe: tenta explorar essas vulnerabilidades para perceber se podem realmente ser utilizadas por um atacante e qual seria o impacto. Na prática, um pentest fornece uma visão muito mais próxima de um ataque real.

 

Fonte: Pplware

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