Resumo
Depois da vitória suada sobre a Croácia, a seleção portuguesa vai ter um teste – na teoria – ainda mais difícil nos oitavos de final do Mundial 2026, diante de Espanha Campeã europeia em título, «La Roja» até começou o torneio com um empate, mas ganhou embalo desde então No primeiro jogo da fase de grupos, Espanha não foi além de um surpreendente nulo contra o estreante Cabo Verde, contudo, acumulou várias situações de golo, quase todas elas negadas por Vozinha Na segunda ronda, os espanhóis golearam a Arábia Saudita por 4-0 e, já na derradeira jornada do Grupo H, bateram o Uruguai, por 1-0 Depois, a equipa comandada por Luis de la Fuente abriu a fase a eliminar com uma vitória categórica sobre a Áustria, por 3-0 A identidade de Espanha está bem vincada e não foge àquilo que temos visto nos últimos anos O futebol dos espanhóis é muito assente na posse de bola, com uma média de 68 1 por cento por jogo, que os coloca no topo deste parâmetro entre todas as seleções presentes no Mundial Ao contrário do que aconteceu no Euro 2024, a seleção espanhola não apresenta tanta rapidez e imprevisibilidade nas alas Isto porque Nico Williams vem de uma época a contas com problemas físicos e encontra-se lesionado Além disso, extremos como Yéremy Pino e Víctor Muñoz também estão lesionados A criatividade na frente, por isso, passa muito pelos rasgos individuais de Lamine Yamal, que ainda está à procura do melhor ritmo, mas já tem deixado bons indicadores nas últimas partidas Álex Baena, do Atlético de Madrid, tem atuado como extremo-esquerdo, embora seja um jogador mais associativo e procure zonas interiores, em vez de partir para o um contra um, como faz Yamal Apesar de estar desfalcada nas linhas, a seleção espanhola tem outras virtudes no ataque, como é o caso de Mikel Oyarzabal O avançado da Real Sociedad é o homem mais adiantado e encaixa que nem uma luva no estilo de jogo da equipa Depois de um jogo inaugural completamente apagado, Oyarzabal tem-se mostrado a bom nível no Mundial e já leva quatro golos, tendo bisado contra Arábia Saudita e Áustria O camisola 21 de Espanha é um avançado que foge ao padrão comum, com muita mobilidade e capacidade de se envolver no jogo da equipa A seleção espanhola é uma equipa com muito caudal ofensivo Segundo os dados do SofaScore, parceiro do Maisfutebol, Espanha tem uma média de praticamente 20 ( ) remates por jogo, 6 5 dos quais na direção da baliza adversária Além disso, a equipa do país vizinho acumula um registo médio de três grandes oportunidades criadas por partida e a média de golos esperados por jogo supera a barreira dos dois (2 02) O poderia ofensivo dos espanhóis não belisca em nada a capacidade defensiva De resto, «La Roja» ainda não sofreu no Mundial, ao cabo de quatro jogos, algo que só México também conseguiu Portugal vai ter de aproveitar ao máximo tudo o que Espanha conceder – e costuma ser bem pouco (média de 0 75 grandes oportunidades por jogo) Portugal, que da última vez que defrontou a Espanha venceu a Liga das Nações, reencontra os espanhóis esta segunda-feira, num encontro que será disputado no Estádio AT&T, em Arlington, nos Estados Unidos, às 14h00 locais (20h00 em Lisboa), e que terá acompanhamento AO MINUTO no Maisfutebol Fonte: TVI
Campeã europeia em título, «La Roja» até começou o torneio com um empate, mas ganhou embalo desde então. No primeiro jogo da fase de grupos, Espanha não foi além de um surpreendente nulo contra o estreante Cabo Verde, contudo, acumulou várias situações de golo, quase todas elas negadas por Vozinha.
Na segunda ronda, os espanhóis golearam a Arábia Saudita por 4-0 e, já na derradeira jornada do Grupo H, bateram o Uruguai, por 1-0. Depois, a equipa comandada por Luis de la Fuente abriu a fase a eliminar com uma vitória categórica sobre a Áustria, por 3-0.
A identidade de Espanha está bem vincada e não foge àquilo que temos visto nos últimos anos. O futebol dos espanhóis é muito assente na posse de bola, com uma média de 68.1 por cento por jogo, que os coloca no topo deste parâmetro entre todas as seleções presentes no Mundial.
Ao contrário do que aconteceu no Euro 2024, a seleção espanhola não apresenta tanta rapidez e imprevisibilidade nas alas. Isto porque Nico Williams vem de uma época a contas com problemas físicos e encontra-se lesionado. Além disso, extremos como Yéremy Pino e Víctor Muñoz também estão lesionados.
A criatividade na frente, por isso, passa muito pelos rasgos individuais de Lamine Yamal, que ainda está à procura do melhor ritmo, mas já tem deixado bons indicadores nas últimas partidas.
Álex Baena, do Atlético de Madrid, tem atuado como extremo-esquerdo, embora seja um jogador mais associativo e procure zonas interiores, em vez de partir para o um contra um, como faz Yamal.
Apesar de estar desfalcada nas linhas, a seleção espanhola tem outras virtudes no ataque, como é o caso de Mikel Oyarzabal. O avançado da Real Sociedad é o homem mais adiantado e encaixa que nem uma luva no estilo de jogo da equipa.
Depois de um jogo inaugural completamente apagado, Oyarzabal tem-se mostrado a bom nível no Mundial e já leva quatro golos, tendo bisado contra Arábia Saudita e Áustria. O camisola 21 de Espanha é um avançado que foge ao padrão comum, com muita mobilidade e capacidade de se envolver no jogo da equipa.
A seleção espanhola é uma equipa com muito caudal ofensivo. Segundo os dados do SofaScore, parceiro do Maisfutebol, Espanha tem uma média de praticamente 20 (!) remates por jogo, 6.5 dos quais na direção da baliza adversária.
Além disso, a equipa do país vizinho acumula um registo médio de três grandes oportunidades criadas por partida e a média de golos esperados por jogo supera a barreira dos dois (2.02).
O poderia ofensivo dos espanhóis não belisca em nada a capacidade defensiva. De resto, «La Roja» ainda não sofreu no Mundial, ao cabo de quatro jogos, algo que só México também conseguiu. Portugal vai ter de aproveitar ao máximo tudo o que Espanha conceder – e costuma ser bem pouco (média de 0.75 grandes oportunidades por jogo).
Portugal, que da última vez que defrontou a Espanha venceu a Liga das Nações, reencontra os espanhóis esta segunda-feira, num encontro que será disputado no Estádio AT&T, em Arlington, nos Estados Unidos, às 14h00 locais (20h00 em Lisboa), e que terá acompanhamento AO MINUTO no Maisfutebol.
Fonte: TVI






