InícioNacionalSociedadeJOAQUIM MUNHEPE (1946-2026): O último adeus ao especialista da rede das comunicações

JOAQUIM MUNHEPE (1946-2026): O último adeus ao especialista da rede das comunicações

Resumo

Moçambique despediu-se de Joaquim Munhepe, herói nacional e combatente, cujos restos mortais foram depositados na cripta dos Heróis Moçambicanos, em Maputo. O país observa dois dias de luto nacional, com a Bandeira Nacional a meia-haste. O Presidente da República elogiou a integridade e bravura do Tenente-General na Reserva, destacando o seu papel na luta pela independência. Munhepe foi homenageado com salvas de canhão e o Hino Nacional. O Presidente afirmou que Moçambique perdeu um dos seus melhores filhos e que o legado de Munhepe ultrapassa fronteiras, tornando-o uma figura histórica de dimensão supranacional.

Familiares, dirigentes do Estado moçambicano, veteranos da luta de libertação nacional e amigos despediram-se ontem do herói nacional e combatente aguerrido Joaquim Munhepe, falecido a 17 de Maio corrente, vítima de doença, cujos restos mortais foram depositados na cripta dos Heróis Moçambicanos, em Maputo.

Com efeito, num velório carregado de muito simbolismo e momentos emotivos, à altura da sua grandeza e contributo em prol de um Moçambique independente, uno e indivisível, os moçambicanos renderam a última homenagem ao combatente que se destacou na garantia das comunicações entre os guerrilheiros da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) durante a luta armada de libertação nacional.

A última continência consistiu no disparo de salvas de canhão acompanhados pela entoação do Hino Nacional por volta das 11.45 horas, quando a urna já se encontrava na cripta do panteão dos heróis nacionais.

O país observa dois dias de luto nacional a contar da data das suas exéquias. Durante este período, a Bandeira Nacional deverá ser içada a meia-haste em todo o território nacional e nas missões diplomáticas e consulares de Moçambique.

No seu elogio fúnebre, o Presidente da República, Daniel Chapo, destacou a integridade e bravura do Tenente-General na Reserva Joaquim Munhepe, sublinhando que Moçambique perdeu um dos melhores filhos que muito fez pela independência nacional.

O Chefe do Estado afirmou que Joaquim Munhepe era dono de uma verticalidade inabalável. “Os moçambicanos devem orgulhar-se sempre e serem eternamente gratos pela contribuição imensurável do General Munhepe para a libertação da nossa pátria, da África e do mundo, o que faz deste herói uma personalidade histórica de dimensão supranacional.

Fonte: Jornal Domingo

Fonte: RM

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