Resumo
Pouca parra e pouca uva Se há frase que resuma o encontro é esta As duas equipas não demonstraram grande vontade de chegar à baliza contrária e, tirando os dois golos, não houve grandes lances de registo Egito segue em frente após vencer nos penáltis e resta saber contra quem vai jogar: Argentina ou Cabo Verde RECORDE AQUI O FILME DESTE ENCONTRO O vencedor deste jogo poderia estar no caminho da Argentina nos «oitavos» do Mundial 2026 Essa informação era conhecida ainda antes do apito inicial Em campo, uma entrada mais afirmativa dos australianos quase resultou em golo Volpato teve tempo e espaço para experimentar a meia distância e quase assinou um dos golos desta edição Faltou alguma sorte ao jogador do Sassuolo, sendo que a bola bateu na trave e saiu pela linha de fundo Não marcou a formação da Oceania, aproveitou o conjunto africano Avisados do perigo deste tipo de lances, os australianos conseguiram evitar um primeiro remate à entrada da área, mas nada conseguiram fazer para impedir o cabeceamento certeiro de Emam Ashour Com apenas 13 minutos jogados, o Egito já vencia por 1-0, graças à cabeçada perfeita do jogador do Al Ahly Este momento serviu para o conjunto africano ganhar algum ímpeto face ao adversário e esteve perto do segundo logo de seguida Marmoush atirou contra um defesa Já a meio do primeiro tempo, Behici teve nos pés uma bela ocasião de golo, só que o remate rasteiro terminou nas luvas do guarda-redes O caminho para o intervalo fez-se a passos largos e com pouca eficácia à frente das balizas Dos balneários, os jogadores voltaram com outra atitude e Marmoush esteve perto do golo logo nos segundos iniciais, para desespero dos adeptos É sabido que a vingança é um prato que se serve frio, mas com o calor no Texas, o prato foi alterado e a Austrália chegou à igualdade pouco depois Na sequência de um pontapé de livre, uma má abordagem de Mohamed Hany fez com que este desviasse a bola para o interior da própria baliza Agora, desengane-se se pensa que o jogo se tornou mais mexido depois deste momento As duas equipas baixaram as linhas e não quiseram arriscar, de tal forma que o único lance de perigo até ao apito do árbitro surgiu na compensação Rabia foi lá acima cabecear para o 2-1, mas acabou impedido por uma enorme parada de Beach O jogo seguiu assim para o prolongamento, ainda que Austrália e Egito nunca tenham demonstrado grande vontade de arriscar Desta forma, tudo se decidiu através da marca dos onze metros e aí foi mais eficaz o conjunto africano Souttar e Herrington falharam para a Austrália e Hossam confirmou a passagem histórica do Egito aos «oitavos» de um Mundial O país já tinha marcado presença nesta fase da prova, em 1934, mas na altura a prova começava precisamente nos oitavos de final Não foi fácil escolher um destaque no meio de um jogo com tão pouca procura pela baliza adversária A verdade é que o jogador do Al Ahly foi o único a marcar um golo e esteve em evidência na vertente ofensiva do Egito Aos 13 minutos respondeu da melhor forma a um cruzamento e finalizou de cabeça para o 1-0 A possibilidade de carimbar a passagem histórica aos «oitavos» do Mundial não serviu para desestabilizar o camisola quatro do Egito, que atirou para o lado contrário ao escolhido pelo guarda-redes Seguiu-se uma enorme festa no relvado e nas bancadas Fonte: TVI
RECORDE AQUI O FILME DESTE ENCONTRO.
O vencedor deste jogo poderia estar no caminho da Argentina nos «oitavos» do Mundial 2026. Essa informação era conhecida ainda antes do apito inicial. Em campo, uma entrada mais afirmativa dos australianos quase resultou em golo.
Volpato teve tempo e espaço para experimentar a meia distância e quase assinou um dos golos desta edição. Faltou alguma sorte ao jogador do Sassuolo, sendo que a bola bateu na trave e saiu pela linha de fundo. Não marcou a formação da Oceania, aproveitou o conjunto africano.
Avisados do perigo deste tipo de lances, os australianos conseguiram evitar um primeiro remate à entrada da área, mas nada conseguiram fazer para impedir o cabeceamento certeiro de Emam Ashour. Com apenas 13 minutos jogados, o Egito já vencia por 1-0, graças à cabeçada perfeita do jogador do Al Ahly.
Este momento serviu para o conjunto africano ganhar algum ímpeto face ao adversário e esteve perto do segundo logo de seguida. Marmoush atirou contra um defesa. Já a meio do primeiro tempo, Behici teve nos pés uma bela ocasião de golo, só que o remate rasteiro terminou nas luvas do guarda-redes. O caminho para o intervalo fez-se a passos largos e com pouca eficácia à frente das balizas.
Dos balneários, os jogadores voltaram com outra atitude e Marmoush esteve perto do golo logo nos segundos iniciais, para desespero dos adeptos. É sabido que a vingança é um prato que se serve frio, mas com o calor no Texas, o prato foi alterado e a Austrália chegou à igualdade pouco depois.
Na sequência de um pontapé de livre, uma má abordagem de Mohamed Hany fez com que este desviasse a bola para o interior da própria baliza. Agora, desengane-se se pensa que o jogo se tornou mais mexido depois deste momento. As duas equipas baixaram as linhas e não quiseram arriscar, de tal forma que o único lance de perigo até ao apito do árbitro surgiu na compensação. Rabia foi lá acima cabecear para o 2-1, mas acabou impedido por uma enorme parada de Beach.
O jogo seguiu assim para o prolongamento, ainda que Austrália e Egito nunca tenham demonstrado grande vontade de arriscar. Desta forma, tudo se decidiu através da marca dos onze metros e aí foi mais eficaz o conjunto africano. Souttar e Herrington falharam para a Austrália e Hossam confirmou a passagem histórica do Egito aos «oitavos» de um Mundial. O país já tinha marcado presença nesta fase da prova, em 1934, mas na altura a prova começava precisamente nos oitavos de final.
Não foi fácil escolher um destaque no meio de um jogo com tão pouca procura pela baliza adversária. A verdade é que o jogador do Al Ahly foi o único a marcar um golo e esteve em evidência na vertente ofensiva do Egito. Aos 13 minutos respondeu da melhor forma a um cruzamento e finalizou de cabeça para o 1-0.
A possibilidade de carimbar a passagem histórica aos «oitavos» do Mundial não serviu para desestabilizar o camisola quatro do Egito, que atirou para o lado contrário ao escolhido pelo guarda-redes. Seguiu-se uma enorme festa no relvado e nas bancadas.
Fonte: TVI






