É caso para dizer: sem espinhas. A Bélgica entrou, viu e venceu o encontro dos «oitavos» e segue para a próxima fase do Mundial 2026. Nota particular para uma exibição coletiva interessante, ao contrário das muitas debilidades defensivas apresentadas pelos Estados Unidos.
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Depois de toda a polémica durante a semana, Balogun foi lançado de início por Mauricio Pochettino. No ataque dos Estados Unidos, o papel do atleta foi pouco notado, já que a Bélgica entrou a todo o gás no encontro.
Castagne quase assinou um golaço com apenas 50 segundos de jogo, mas foram apenas necessários nove minutos para a bola beijar as redes. Uma enorme passividade dentro da área norte-americana permitiu a Raskin servir De Ketelaere para o 1-0. Sem oposição, o avançado da Atalanta atirou para o fundo da baliza.
O golo surgiu de forma natural e justificada, face ao domínio belga nos primeiros minutos do jogo. Seguiu-se um período de alguma indefinição e dores de cabeça para Rudi García. No banco de suplentes, o selecionador da Bélgica viu Onana sair lesionado e foi obrigado a mexer aos 21 minutos, entrando Vanaken para o seu lugar.
Foi preciso esperar até à passagem da meia-hora de jogo para se assistir a mais golos. Uma falta à entrada da área permitiu a Tillman desferir um pontapé de livre eficaz, beneficiando de um desvio em Vanaken para dar o empate aos Estados Unidos. Só que enquanto Pochettino e os adeptos festejavam, a Bélgica aproveitava para os penalizar.
Tillman de livre direto 🎯#sporttvportugal #MUNDIALnaSPORTTV #MundialFIFA2026 #EstadosUnidos #betano pic.twitter.com/GPIICCabz5
No meio da euforia, Trossard trocou as voltas a Dest e descobriu o colega de equipa dentro da área para o 2-1. De Ketelaere chegou ao «bis» com uma bela finalização de cabeça e as bancadas voltaram a gelar, apesar do calor que se fazia sentir em Seattle.
Regresso dos balneários marcado por um ascendente claro da equipa da casa, mas sem lances de real perigo para a baliza de Courtois. Já se sabe que quem não marca sofre e a Bélgica não perdoou. Freese inventou (e de que maneira) ao tentar uma habilidade sobre um adversário, fora da área, e Vanaken rematou para uma baliza deserta, confirmando o terceiro dos belgas.
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p lang="pt">Matt Freese a oferecer um golo à Bélgica 🥶#sporttvportugal #MUNDIALnaSPORTTV #MundialFIFA2026 #Belgica #betano pic.twitter.com/2HlRamz1ji
Até final, houve ainda tempo para o melhor marcador na história da Bélgica fazer o que melhor sabe… marcar. Lukaku foi suplente utilizado por Rudi García, mas não deixou de dar o contributo à equipa, com uma finalização de pé direito para o 4-1. Sem espinhas.
Depois de Canadá e México, os Estados Unidos são os últimos anfitriões do Mundial 2026 a dizer adeus à competição. Bélgica vai medir forças com a Espanha nos quartos de final.
No meio de uma autêntica avalanche ofensiva da Bélgica, sobretudo nos primeiros 45 minutos, o avançado da Atalanta mostrou-se num excelente plano. Dois golos para a conta pessoal e um papel importante na vitória sobre os Estados Unidos. O primeiro foi apenas um desvio para o 1-0, mas o «bis» acaba por ser uma bela finalização de cabeça, que confirmou o segundo dos «diabos vermelhos».
Exibição defensiva muito pobre dos Estados Unidos, com diversos erros que comprometeram e muito a equipa liderada por Mauricio Pochettino. Neste caso em específico, o guarda-redes inventou, perdeu a bola para Vanaken e, com a baliza descoberta, deu outro conforto à Bélgica no encontro.
Fonte: TVI





