João Pinheiro resistiu ao último corte da FIFA e está entre o grupo restrito de treze árbitros disponíveis para os últimos quatro jogos do Mundial 2026, as meias-finais, o jogo de atribuição do terceiro lugar e a grande final de domingo que vai definir o novo campeão do mundo.
O árbitro de Vila Nova de Famalicão já apitou três jogos nesta fase final e, segundo está a avançar o jornal espanhol Mundo Deportivo, continua no lote de disponíveis e poderá voltar a ser chamado, nem que seja para desempenhar o papel de quarto árbitro.
João Pinheiro estreou-se no Mundial 2026 a apitar o Suíça-Bósnia (4-1), ainda na fase de grupos, e, já na fase a eliminar, esteve no África do Sul-Canadá (0-1) e, nos quartos de final, foi o árbitro do Argentina-Suíça (3-1, ap.).
Já foi revelada a equipa de arbitragem para o duelo da próxima terça-feira entre França e Espanha, que será comandada pelo salvadorenho Iván Barton, outro dos árbitros «sobreviventes» depois da última atualização da FIFA.
Este último corte, deixou de fora os árbitros franceses e também os últimos árbitros mulheres, restando apenas seis árbitros da UEFA, entre os quais estará João Pinheiro e também o polaco Szymon Marciniak, o árbitro que apitou a final do Mundial 2022 e que é apontado como favorito para apitar também a final de 2026, até porque, nesta fase final, apitou apenas dois jogos e ambos ainda na fase de grupos [Egito-Irão e Argentina-Argélia].
Entre os árbitros europeus, além João Pinheiro e Marciniak, continuam disponíveis na lista da FIFA o sueco Glenn Nyberg [será o quarto árbitro no Espanha-França], o norueguês Espen Eskas, o italiano Maurizio Mariani e o esloveno Slavko Vincic.
A zona asiática fica representada pelo iraniano Alireza Faghani e pelo jordano Adham Makhadmeh; a zona africana pelo marroquino Jala Jayed; na CONCACAF, além de Iván Barton, o árbitro da primeira meia-final, também continua o norte-americano Isnail Elfath; enquanto da parte da Confederação da América do Sul mantêm-se o brasileiro Wilton Sampaio e o venezuelano Jesús Valenzuela.
Fonte: CNN Portugal





