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iPhone 17 Pro Max é enterrado numa cápsula do tempo. Só voltará a ver a luz do dia em… 2276

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Um iPhone 17 Pro Max foi oficialmente colocado numa cápsula do tempo que apenas será aberta dentro de 250 anos, em 2276.

A iniciativa do 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos, tornando este smartphone num dos objetos que irão testemunhar a tecnologia do início do século XXI para as gerações futuras.

A cápsula, denominada America’s Time Capsule, foi enterrada a 4 de julho no Independence National Historical Park, na cidade de Filadélfia. O projeto é coordenado pela organização America250, responsável pelas celebrações oficiais do semiquincentenário dos Estados Unidos.

O equipamento escolhido foi um na cor Cosmic Orange, integrado na iniciativa America Innovates, que pretende preservar alguns dos maiores exemplos da inovação tecnológica norte-americana.

Mais do que o próprio equipamento, o smartphone guarda também vários artefactos digitais armazenados na aplicação Notas, concebidos para oferecer um retrato do quotidiano vivido em 2026. Quem abrir a cápsula em 2276 poderá conhecer, através desses conteúdos, um pouco da forma como comunicávamos, trabalhávamos e utilizávamos a tecnologia nesta época.

Naturalmente, guardar um dispositivo eletrónico durante dois séculos e meio levanta enormes desafios de conservação. Por isso, a cápsula foi desenvolvida em colaboração com o (NIST) e especialistas da Library of Congress.

A estrutura consiste num cilindro de aço inoxidável com cerca de 408 kg, selado com índio, um metal suficientemente macio para eliminar imperfeições microscópicas e garantir uma vedação praticamente hermética.

Sobre este recipiente foi ainda instalada uma cobertura adicional em aço inoxidável com aproximadamente 499 kg, criando uma bolsa de ar protetora destinada a impedir a entrada de humidade durante os próximos 250 anos.

Essa é uma das maiores incógnitas. Mesmo estando protegido da humidade e da corrosão, é altamente improvável que a bateria de iões de lítio permaneça operacional após 250 anos.

Ainda assim, a preservação física do equipamento poderá permitir que futuras gerações estudem o seu design, componentes e, eventualmente, recuperem os dados armazenados recorrendo a tecnologias muito mais avançadas do que as atuais.

A cápsula inclui ainda dezenas de outros objetos enviados pelos 50 estados norte-americanos, territórios e diferentes instituições governamentais, criando um verdadeiro retrato da sociedade americana em 2026.

 

Fonte: Pplware

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