Depois da eliminação do Brasil no Mundial 2026, Neymar partilhou, num final de jogo bastante emotivo, que a sua jornada na seleção tinha chegado ao fim. Agora, mais a frio, sem as emoções adjacentes à de um jogo da natureza como o da Noruega, o avançado brasileiro voltou a confirmar a decisão.
«Agradeço [ao Lucas Moura], mas não vai ter, não. O meu momento na seleção brasileira, acho que já foi. Fiz história ali e sou muito feliz. Vivi muitas coisas ali. Dei o meu sangue e a minha vida, sempre lutei pela amarelinha, mas acho que não quero mais», disse, em declarações após a vitória do Santos diante a Universidad Central de Venezuela, por 4-2, para os playoffs da Sul-Americana.
O camisola 10 do Santos aproveitou o momento para esclarecer também os rumores de que no passado sábado havia mal tratado dois jovens da equipa no intervalo e após o encontro com a Chapecoense, que ficou empatado a duas bolas . Neymar afastou a existência de quaisquer desentendimentos no balneário.
«Não aconteceu nada, se tivesse acontecido eu falaria. Inventaram uma mentira. Neste clube saem coisas que não podem sair. Estão implantando mentiras. A nossa exigência com todos. O Bontempo é meu filho. No pós-jogo estava comigo. É uma loucura. Infelizmente, algumas pessoas têm o poder de ter o microfone na mão, o computador para fazer a notícia e estão fazendo da maneira errada», começou por dizer.
«É triste e chato, mas a culpa não é minha. Alcançam muitas pessoas. Eu falei no final do jogo, cobrei, disse que não podíamos dar aquela abébia. Não se pode ceder o empate, com todo o respeito à Chapecoense. Foi isso que eu disse. Disse que no próximo ano teríamos desforra contra eles, se é que me entendem. Como capitão, tenho o direito de dizer isso. O Lucas Veríssimo e o Gabigol também o disseram», acrescentou.
Fonte: TVI





