As gravuras rupestres de Foz Côa, património mundial da humanidade, voltam a estar em perigo. Ironicamente, a culpa é agora das obras paradas há trinta anos para construir uma das maiores barragens de Portugal. Cancelar a obra para salvar as gravuras custou ao Estado 130 milhões de euros, mas pelo meio ficou 'esquecida' uma pequena barragem que deveria ser provisória, mas que se mantém no mesmo local há 30 anos. Os arqueólogos estão muito preocupados. As gravuras que não sabem nadar já estiveram mais de 500 dias submersas.
Fonte: TVI






