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Ferroviário de Maputo irredutível

Ferroviário de Maputo revalidou título de campeão da cidade de basquetebol ao nível dos seniores masculinos

O Ferroviário de Maputo revalidou, ontem, o título de campeão da cidade de basquetebol ao nível dos seniores masculinos, após vencer A Politécnica (77-47) no terceiro jogo do play-off da final à melhor de cinco. O conjunto orientado por Milagre “Mila” Macome fez o 3-0 na série e passou sem dificuldades no teste diante da irreverente equipa da A Politécnica.

“Show time“, lingras   

“As defesas ganham campeonatos, os ataques ganham jogos”. Recuperamos, e bem, o pensamento de Mário Palma, celebrado técnico de basquetebol que colocou Angola no olimpo de África. O Ferroviário de Maputo, aliás, Milagre “Mila” Macome, treinador, usou das suas competências para anular a A Politécnica. Uma vez mais, apostando numa defesa homem a homem, os “locomotivas” não permitiram, no primeiro quarto, a reacção dos “universitários” que tiveram imensas dificuldades para travar as suas transições rápidas em contra-ataque. Mais: Pio Matos Júnior, no papel de principal armador, foi eficaz na condução dos ataques programados da sua equipa, tendo criado, por outro lado, desequilíbrios com fortes penetrações de quebrar o joelho que culminavam ou com dois pontos, ou com a colocação da bola na zona do tiro exterior, onde apareciam Francisco “Chiquinho” Macaringue, lançador por excelência, Custódio Muchate e Ermelindo Novela, que funcionou como “shoting guard” a desequilibrar.

 Os campeões nacionais fizeram, ao cabo do primeiro quarto, o parcial de 16-3. No segundo quarto, com algumas alterações, o Ferroviário de Maputo continuou a privilegiar a defesa homem a homem. A A Politécnica, essa, melhorou significativamente com o extremo Yuran Biosse a lançar duas bombas na zona dos 6.75 metros. Do outro lado, o jogo interior alicerçado em Custódio Muchate e Edson Monjane continuava bastante forte. No jogo exterior, Francisco “Chiquinho” Macaringue provava por A+B que é um dos melhores atiradores deste país. Não espanta, aliás, que no final do segundo quarto a marcha do marcador indicasse (36-14), vantagem para o Ferroviário de Maputo.

O terceiro quarto foi mais do mesmo: com o Ferroviário de Maputo a evidenciar a sua superioridade, diga-se, face a uma A Politécnica com limitações e falta de esclarecimento ofensivo. De resto, os “universitários” tentaram dar luta, mas os “locomotivas” foram mais forte no jogo interior, com Edson Monjane e Custódio Muchate a mandarem nas tabelas. Há, igualmente, que destacar o extremo Stélio Rodrigues a fazer das suas na linha dos 6.75 metros.

Milagre Macome, apercebendo-se da vantagem confortável, fez descansar Custódio Muchate e lançou para quadra Carlos Chirindza, jovem jogador muito forte a defender. Com o comando da marcha do marcador, o Ferroviário de Maputo saiu do terceiro quarto a vencer pelo parcial de 58-26. No quarto e último período, os campeões nacionais simplesmente geriram a vantagem face a uma A Politécnica sem soluções. Os “universitários” ainda tentaram dar luta, mas os “locomotivas” foram mais fortes e revalidaram com muita facilidade o título de campeões da cidade de basquetebol.


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